domingo, 12 de setembro de 2010

O começo


Numa ilha bem distante do continente, existia uma vilarejo chamado, Opocsoroh. Todos em Opocsoroh eram bem unidos porque a maioria eram parentes. Os unicos que não eram parentes eram da família Eliz. Isso porque quando descobriram aquela ilha deserta ao longe da costa brasileira, depois de um naufrágio dos varios barcos do filho mais novo da família Eliz, Julio Eliz, todos resolveram construir uma mansão lá, e contrataram uma grande família para serem funcionarios da casa. E a família Riste, funcionarios da mansão acabou sendo mais populosa que a família Eliz. Isso porque apenas uma das mais velho dos três filhos de Julio se casarão. O mais novo se tornou padre da ilha e a mais nova passou apenas a cuidar do trabalho.
Mas o interessante daquela ilha é que ninguém nunca tinha se afastado das praias. Todas as casas. Que não passavam de sete casas, eram nas encostas. E era extremamente proibido passar para dentro da mata. A não ser por extrema necessidade. Mas nos cinquenta anos da ilha isso nunca teve que acontecer.
Esse medo total foi porque um casal de namorados, primos, da família dos funcionarios, entrou no meio do mato e de lá só saiu a garota traumatizada. Ela se tornou louca na cidade e costuma a vagar pelas ruas chorando e avisando que um dia a ilha ia afundar outra vez.
Mas cinquenta anos se passaram e nada aconteceu. Mas ninguém atravessa os limetes.

Nos cinquenta anos que se passou desde a chegada de Julio Eliz na ilha, até o misterioso sumisso de Ryan Riste na floresta, não tinha se passado dois anos. E é para contar uma historia é bom começar pelo começo.
Mário Eliz era um senhor de quarenta anos que com sufoco e trabalho duro conseguiu juntar seus milhões. Ele se casou novo e abriu um belo restaurante. E esse restaurante foi crescendo e crescendo e se tornou uma industria de comida congelada. Sua mulher, dona Marilia Synay Eliz, ajudou muito cuidando dos filhos. Os filhos cresceram na riquesa. E Julio tinha o luxo de ter uma bela coleção de lanchas e barcos.

E seu maior roby era velejar pela lancha pelos mares. Mas numa noite aparentemente clara e cheia de de estrelas ele levou uma de suas varias pretendentes para exibir seu barco. A mulher alta e loira com seu corpo de modelo exercia em Julio um facinio muito além do normal. Poderia ser ela. E ver ela sair do carro naquela noite, com um vestido curto que deixava suas longas pernas a mostra fazia o balanço da lancha parecia mais inebriante. Ele desse do barco e com um sorriso recebe a linda mulher.
- Diana. Que bom que aceitou meu convite. Aposto que ira adorar.
- Tem certeza que é seguro isso Julio?
- Velejo desde que eu tinha cinco anos meu amor. Não se preocupe.
Julio ergue a mão para a moça, que segura com segurança.

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